O cara que atuou como o monstro de “Stranger Things” não tem ideia de que criatura era

* traduzido do site Goliath.com, artigo de 10/08/2016

DEVON TAYLOR

Stranger Things surgiu de repente, e nem estava no radas das coisas legais. E olha que grande surpresa. Se tornou um regresso nostálgico aos filmes de ficção científica e mistério dos anos 80, como E.T. e Os Goonies que, basicamente, apresentavam um grupo de crianças e se transformaram em filmes muito, muito bons.

Agora que já curtimos a maratona da primeira temporada, nos restaram um monte de perguntas. Uma das maiores dúvidas é: o que é exatamente o Mundo Invertido e por que um monstro assustador vive lá? O que diabos é esse monstro? Um demônio? Um animal predador? Alienígena de outra dimensão?

Como podemos constatar, o ator que interpretou o Demogorgon realmente não tem resposta para isso.

“Eu acho que o monstro é tipo um cogumelo, algo entre plantas e animais”, disse o ator Mark Steger em uma entrevista ao Vice. “O DNA do cogumelo é mais semelhante ao DNA de um animal do que o da planta, [mas o monstro é] algo mais. Ele sangra, ou talvez eles sangram, ou ela sangra. Eu não sei que pronome usar para me referir ao monstro! Mas me parece que seja um pouco de ambos [vegetal e animal]”.

Pudemos ver videiras estranhas entrando nas bocas das vítimas na série, mas não tínhamos pensado na possibilidade do monstro ter uma parte de planta. Nós também não estamos totalmente certos se Onze (Eleven), na verdade, se livrou dele definitivamente, ou se os dois estavam apenas sendo transportados para outra dimensão (O contrário do Mundo Invertido?). Está quase certo de que a segunda temporada da série já foi feita (embora a Netflix não tornou essa informação oficial ainda), assim poderemos ver mais ainda do monstro.

Steger disse que só precisou de cerca de 40 minutos para entrar na fantasia completa do monstro e que eles utilizaram versões diferentes com base nas cenas. Existiam tanto uma cabeça de animatronic quanto uma cabeça para cenas de movimento, dependendo da necessidade.

“Foi como se eu fosse meio boneco. Eu era parte máquina. Eu era parte humano, animando a coisa toda “, acrescentou Steger.