Se Conecte com o Limbo Reverso

Destaque Capa

Os melhores games para brincar com seus filhos

Publicado há

em

Splatoon 1 or 2

 

Splatoon 1 or 2

Se você tem uma certa idade e tem filhos pequenos, há uma boa chance de você ter crescido com os videogames como uma uma grande parte da sua cultura pop. Na verdade, bem mais da metade de todos os jogadores são adultos atualmente, então o estereótipo de que videogames são apenas para crianças está muito desatualizado. Existem muitos jogos feitos “apenas para adultos” hoje em dia, que apresentam violência realista e muitas situações maduras. Esta lista não apresentará nenhum desses, então guarde os discos de Grand Theft Auto e Call of Duty.

Se você deseja compartilhar seu amor por jogos com seus filhos, ou mesmo se não tem nenhum interesse em games e simplesmente tem filhos que querem jogar os mesmos jogos dos amigos, então você veio ao lugar certo. Esta lista, feita por Devon Taylor para o site childhood.com, mostra 20 jogos apropriados para a idade que você pode apresentar aos seus filhos, ou até mesmo jogar com eles, pois quase todos apresentam algum tipo de modo multijogador.

 

De 3 a 6 anos

20. Super Mario Odyssey

Em quase todos os casos, os jogos da Nintendo são ótimos para crianças de qualquer idade. Até os adultos adoraram Super Mario Odyssey, o primeiro grande lançamento do Mario para o Nintendo Switch. O motivo pelo qual listamos este jogo como adequado para os menores garotos que jogam é simples – é uma tremenda introdução aos jogos em si. O jogo é lindo, e os gráficos de desenho animado da Nintendo certamente chamarão a atenção de seus pequeninos.

Mesmo que eles não se preocupem em realmente trabalhar nos objetivos do jogo, eles vão se divertir fazendo Mario correr pelas várias paisagens. Também existe um modo de assistência, que tornará as coisas menos frustrantes. Como a maioria dos jogos modernos, você realmente não morre ou perde vidas – você só precisa reiniciar um nível se falhar. Para os pais que jogam, há um modo multijogador que permite que um segundo jogador controle Cappy, o chapéu mágico de Mario, em um esforço cooperativo.

Plataforma: Nintendo Switch
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

Super Mario Odyssey

Via Nintendo

19. Rocket League

Este é um jogo muito interessante por envolver futebol com carros de guerra movidos a foguetes. Isso mesmo, futebol com carros de guerra movidos a foguetes, que é tão incrível quanto parece. Em sua forma mais simples, Rocket League é basicamente apenas futebol com carros a controle remoto. Você pode jogar offline ou online com vários jogadores diferentes, em uma variedade de modos de jogo e mapas (há hóquei, basquete e até mesmo um modo de jogo maluco chamado Rumble, com poderes insanos inspirados em Mario Kart). Até quatro jogadores podem jogar localmente, tornando este um ótimo jogo para toda a família.

Além disso, há também outras coisas bacanas em Rocket League. Você pode decorar e equipar seu carro com centenas de atualizações de acessórios diferentes. Pode-se passar horas apenas mudando o design de seus carros. Há também torneios diários, que podem manter seus filhos interessados no game enquanto ficam mais velhos. Sem querer que seus filhos pulem o jardim de infância, mas a Rocket League também tem uma estrutura para esportes eletrônicos bem consistente.

Dica para os pais: desative a opção Loot Crate (Caixa de Pilhagem). Embora as caixas não ofereçam nada além de atualizações em acessórios para o seu carro, seus filhos vão implorar para que você gaste dinheiro de verdade para abrir essas caixas. Considere monitorar o bate-papo de texto e voz se seu filho quiser jogar online.

Plataforma: Xbox One, PS4, PC, Nintendo Switch
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

Rocket League

Via Psyonix

 

18. Yoshi’s Woolly World

Se você não quer gastar milhares de reais nos consoles de jogos mais novos e legais, o Yoshi’s Woolly World pode ser mais adequado para você. Este título está disponível apenas no Wii U ou Nintendo 3DS, caso você tenha por aí, ou pode pegar a um custo reduzido. No estilo clássico da Nintendo, este jogo apresenta uma jogabilidade de plataforma divertida em vários níveis feitos inteiramente com fios de lã.

Como sugere o título em inglês (traduzido livremente como Mundo Feito de Lã do Yoshi), todos os personagens e níveis são desenhados com fio ou tecido, criando toneladas de visuais suaves e adequados para crianças. Como sempre, Yoshi usa a língua para engolir os inimigos – mas apenas neste jogo ele transforma os inimigos em novelos de lã, com vários usos diferentes. Yoshi’s Woolly World é um excelente game para jogar sozinho, mas realmente faz parte da lista de modo cooperativo, que permite que os dois jogadores usem o trabalho em equipe para descobrir novas áreas que não poderiam ser encontradas em jogo solo.

Além disso: Yoshi’s Woolly World é uma sequência espiritual de Kirby’s Epic Yarn (uma sequência que não influencia na outra história), um jogo de 2010 disponível no Nintendo Wii (se você tiver um desses em vez de um Wii U).

Plataformas: Wii U, Nintendo 3DS
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

Yoshi's Woolly World

Via Space.ca

17. Mario Kart 8 Deluxe

Listamos aqui a última versão de Mario Kart, intitulada “8 Deluxe” que saiu para o Nintendo Switch, mas na verdade qualquer versão de Mario Kart é um excelente complemento para uma casa com crianças. Os jogos de corrida têm um conceito simples, mesmo para jogadores mais jovens – cruzar a linha de chegada primeiro. Como outros jogos da Nintendo, os games da franquia Mario Kart são coloridos e fáceis de aprender, apresentando uma coleção de seus personagens favoritos para competir.

A versão mais recente do Switch apresenta um modo de “rodas de treinamento” (training wheels) que ajudará seu filho a aprender o básico sem ficar muito frustrado. Além disso, o famoso “alcançar a inteligência artificial” (catchup A.I) do jogo manterá as corridas fechadas, permitindo que seus filhos aprendam a emoção da vitória e a agonia da derrota. Se você não tiver um Switch, considere qualquer versão de Mario Kart que você possa ter para seu Wii U, Wii, 3DS ou até mesmo consoles mais antigos como o Mario Kart 64.

Plataformas: Nintendo Switch; edições mais antigas do jogo disponíveis em vários outros dispositivos Nintendo.
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

 Mario Kart 8 Deluxe

Via USGamer.net

16. Jogos Lego

Os jogos LEGO são praticamente iguais, mas alguns são definitivamente melhores do que outros. O principal, porém, é que você deve jogar qualquer franquia em que seus filhos conhecem e curtem. Se gostam de super-heróis, os jogos das franquias Lego Batman, DC Super-Villains, Lego Marvel Super Heroes e Avengers são excelentes opções. Se eles gostam de dinossauros, vá para o Lego Jurassic World. Existem também games de Star Wars, Harry Potter e várias outras versões, todas fornecendo praticamente a mesma jogabilidade.

Os jogos Lego são basicamente games de plataforma para resolver problemas, pois seu filho guiará os personagens Lego através de uma série de quebra-cabeças para chegar ao final de cada nível, que inclui quebrar construções de Lego, construir objetos úteis com os blocos e resolver minijogos simples. O game incentiva a repetição de tarefas, porque a maioria dos jogos inclui centenas de níveis desbloqueáveis ​​para repetir os níveis com novos personagens e descobrir segredos anteriormente inalcançáveis. Mesmo depois de o jogo ser “zerado”, há muito o que fazer – as crianças vão adorar os passeios pelo mundo livre como vários personagens da Marvel,  DC, etc, mesmo depois que o progresso do jogo alcançar 100%.

Destaca-se também o jogo Lego Worlds por ser um sandbox com maior referência aos brinquedos exclusivos Lego. Se você e seus filhos brincam com Lego, vão ter mais inspirações com esse game, que dá uma enorme liberdade para criar projetos de cenários em mundos enormes.

Plataforma: varia de acordo com o título do jogo, mas quase todas as principais plataformas de jogos (incluindo dispositivos portáteis e tablets para alguns títulos).
Classificação Etária ESRB: Também varia, mas a maioria é Livre para maiores de 10 anos, observando que cada jogo apresenta violência de desenho animado simples (ou seja, personagens de Lego quebram quando “morrem” e então se reconstroem imediatamente).

Lego Games

Via Playstation.com

15. Pac-Man Championship Edition

Não, não estamos sugerindo que você saia e encontre um fliperama antigo dos anos 80 para jogar um dos primeiros grandes sucessos dos videogames de todos os tempos. O come-come clássico foi modernizado e existem duas versões excelentes para adquirir, dependendo dos consoles que você possui. Os donos de consoles mais antigos podem procurar pelo Championship Edition DX, enquanto os proprietários da geração atual podem tentar sua sequência Champion Edition 2.

A mecânica central do “cara amarelo que come bolinhas e evita fantasmas” ainda está intacta, mas esses jogos apresentam alterações da versão clássica que os tornam mais divertidos e viciantes para os jogadores modernos. Além disso, a música e o visual podem ser intensos conforme o jogo fica cada vez mais rápido.

Como o original, Pac-Man é uma busca por pontuações altas, então não há muito sistema de progressão ou modo de história. No entanto, para os pequenos jogadores que estão apenas aprendendo a usar um controle, a jogabilidade simples (Pac-Man só funciona em quatro direções e é muito pouco necessário apertar o botão), é a introdução perfeita aos jogos. Ou apenas uma forma divertida de passar uma tarde chuvosa.

Plataforma: Championship Edition 2 no PC, PS4 e Xbox One. Championship Edition DX no PC, PS3 e Xbox 360. Você também pode encontrá-lo no celular, e versões mais antigas (clássicas) do Pac-Man estão disponíveis em quase todos os consoles de jogos já feitos.
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

ac-Man Championship Edition

Via Playstation.com

De 7 a 11 anos

14. Slime Rancher

Slime Rancher é basicamente um jogo de simulação de fazenda, mas também é o jogo de simulação de fazenda mais colorido, fofo e viciante que já jogamos. Você não cultiva milho ou cria gado em sua fazenda – em vez disso, você joga como Beatrix LaBeau, uma personagem que deixou a Terra para se dedicar à criação de slimes em um planeta distante chamado Far Far Range (Muito, Muito Longe, em tradução livre). Conforme seus filhos brincam, eles encontrarão vários tipos de slimes, que podem ser usados ​​para colher “plorts” (o subproduto para alimentar seus slimes), que são trocados por dinheiro para atualizar seu rancho e desbloquear novas áreas do mapa.

Há muito o que descobrir neste jogo, dependendo do estilo de jogo do seu filho. Eles podem querer coletar tantos tipos diferentes de slimes quanto possível. Ou talvez eles queiram moer para ganhar plort, a fim de desbloquear tudo. Por último, se eles são perfeccionistas, há um final de jogo secreto escondido para descobrir. A única desvantagem do Slime Rancher é que ele é um dos jogos desta lista apenas para um jogador (embora seja divertido assistir os outros jogarem).

Plataformas: Xbox One, PC, PS4, Nintendo Switch, Android e iOS
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

Slime Rancher

Via Newgamenetwork.com

13. Overcooked! 1 e 2

Este jogo criará um senso de trabalho em equipe ou destruirá completamente qualquer relacionamento positivo que você tenha com seu filho. Estamos brincando, é claro (eu acho). Overcooked é um simulador de cozinha agitado onde dois (ou mais) jogadores trabalham juntos para preparar comida e atender aos pedidos. Infelizmente, o design de nível inteligente torna o trabalho em conjunto um aspecto obrigatório. Você regularmente se encontrará em situações em que apenas um jogador pode acessar os ingredientes, mas o outro tem que montá-los. Ou um jogador fica preso com os pratos sujos que voltam, mas apenas o outro jogador tem acesso a uma pia. Você entendeu a ideia.

A boa notícia é que Overcooked não é tão difícil de jogar. Os controles são super simples de aprender e você pode avançar para o próximo nível completando um número mínimo de pedidos. As partes verdadeiramente frustrantes do jogo só chegam se você quiser ganhar as notas máximas (Três Estrelas) em cada nível que jogar – então você terá que planejar e executar um conjunto perfeitamente eficiente de movimentos para manter os clientes famintos felizes.

Plataformas: PS4, Xbox One, Nintendo Switch, PC
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

Overcooked

Via LooperMag.com

12. SNES Classic

Ok, estamos trapaceando um pouco agora, porque não é um único jogo. O SNES Classic é na verdade uma mini réplica de do clássico sistema de 16 bits da Nintendo dos anos 90. Ele vem pré-carregado com 21 jogos excelentes, incluindo o Star Fox 2, que era inédito até o lançamento desse console. Infelizmente, você não pode incluir jogos adicionais (sem hacká-lo) e não pode jogar nenhum cartucho SNES que você possa ter em seu baú de coisas antigas.

Os destaques são facilmente Donkey Kong Country, A Link to the Past, Super Mario World e Earthbound. Esses quatro jogos por si só são considerados clássicos e seriam uma adição bem-vinda à biblioteca de qualquer jovem jogador. Embora possam ficar desconfiados inicialmente como os gráficos retrô, o design brilhante do jogo deve fazer com que seus filhos voltem ao clássico SNES para jogar mais. Além disso, são 21 jogos por um pouco mais do que o preço de um único título de console de classificação máxima. A única parte difícil será encontrar um nas lojas.

Plataforma: O SNES Classic é uma plataforma por si só.
Classificação da ESRB: Varia, portanto, esteja avisado: existem alguns jogos violentos de desenho animado, como Contra III, Street Fighter II e Super Punch Out. Nada ultrajante ou sangrento, porém, como alguns jogos modernos.

SNES Classic

Via YouTube

11. Pokémon

Além de Mario e seus amigos, Pokémon é a outra franquia icônica da Nintendo que continua produzindo novos jogos nos dias atuais. Começando com as versões originais Red and Blue para o clássico portátil Gameboy, a franquia Pokémon agora se estende por sete gerações e apresenta um total de 807 monstros de bolso para capturar. Certo, se você quiser todos eles, se comprometerá a comprar vários jogos em vários sistemas portáteis, mas, para o bem de seus filhos, provavelmente você pode começar com apenas um. Pokémon Sun e Moon (ou Ultra Sun e Ultra Moon) são os pares mais recentes, mas qualquer versão é igualmente boa.

A jogabilidade consiste em explorar um mapa fictício, coletar Pokémon e treiná-los para serem mais fortes enquanto você luta em ginásios. Quando montar uma linha poderosa de monstros evoluídos, seu filho pode desafiar a Elite Four para se tornar o novo campeão. O aspecto de mundo aberto do Pokémon significa que há muito tempo de jogo envolvido, muitas vezes mantendo seus filhos ocupados por dezenas (ou centenas) de horas.

Plataforma: varia, mas há pelo menos uma versão para cada Gameboy, Gameboy Color, Gameboy Advance, Nintendo DS e Nintendo 3DS.
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

Pokémon

Via vg247.com

10. Minecraft

É Lego digital! Admitimos que o “modo de sobrevivência” do Minecraft pode ser um pouco difícil e complicado demais para crianças mais novas (envolvendo a fabricação de materiais para construir abrigo, armas e comida). Porém o “modo criativo” é uma explosão absoluta . Ele desbloqueou todo tipo de material de construção e permite criatividade sem limites.

Você ficará surpreso com todas as coisas legais que seus filhos construirão, de castelos enormes a extensas fazendas, vilas ou cidades inteiras. Um dos melhores recursos é que até quatro jogadores podem jogar em tela dividida ao mesmo tempo, permitindo grandes esforços de colaboração (“você constrói o telhado, estou trabalhando no fosso e na ponte levadiça”). O jogo pode ser um pouco opressor no início, mas passe alguns minutos assistindo os guias para iniciantes no YouTube e você estará pronto para começar. Ou apenas pergunte ao seu filho, que provavelmente saberá mais sobre o Minecraft do que você.

Plataforma: literalmente todas.
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 10 anos (E for Everyone 10+)

Minecraft

Via Mojang

9. Stardew Valley

Stardew Vallley é um simulador de cultivo, mas isso o torna robótico e enfadonho. Claramente inspirado na clássica franquia Harvest Moon, Stardew Valley tem muito charme misturado com seu núcleo agrícola. Você começa projetando um personagem que herda um pequeno lote de terra. Depois disso, sua jornada em Pelican Town começa. Você deve consertar suas terras agrícolas herdadas e trabalhar no cultivo e no cuidado do gado. Conforme você gera renda com suas atividades agrícolas, pode atualizar suas terras e ferramentas para aumentar a produtividade e a receita.

O verdadeiro encanto de Stardew Valley é envolver-se com NPCs (personagens não-jogadores) na cidade, incluindo a capacidade de iniciar um relacionamento e se casar. (Nota lateral: Stardew Valley foi um dos primeiros jogos que incluiu casualmente casamentos de pessoas do mesmo sexo como uma opção). O jogo está repleto de missões e recompensas e inclui mudanças de estação que afetam sua capacidade de cultivar certas safras. Porém, como Slime Rancher, este jogo ainda está restrito a um único jogador. Mas pode ser muito divertido ver seu filho cultivar sua pequena fazenda, talvez com o conselho de seus pais mais velhos e mais sábios. Ou talvez você apenas revezar!

Plataforma: PC, PS4, Xbox One, Nintendo Switch, PS Vita
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 10 anos (E for Everyone 10+)

Stardew Valley

Via Twitter

8. Splatoon 1 e 2

Facilmente o jogo “atirador” mais adequado para crianças no mercado atual, Splatoon na franquia original da Nintendo que apresenta personagens coloridos e níveis em uma batalha por território. O jogo apresenta Inklings, que são semelhantes a pequenas lulas, que devem usar suas habilidades de spray de tinta para cobrir um pequeno mapa multijogador com tinta de sua própria cor (e cobrir a tinta dos jogadores adversários).

A sequência, um dos melhores primeiros lançamentos para o Switch, inclui uma melhor campanha para um jogador do que o original. No entanto, o modo multijogador é que faz o Splatoon brilhar. Os jogadores podem jogar online ou localmente em até quatro contra quatro partidas, em uma variedade de mapas diferentes. Cada nível apresenta um design único e há várias armas de “toque” para escolher – incluindo pistolas, pulverizadores e pincéis.

Splatoon 2 recebeu consistentemente pontuações de revisão de pelo menos 80% (ou mais) por todos os principais veículos de mídia de jogos. Um item obrigatório para qualquer proprietário de Switch.

Plataforma: Wii U (Splatoon 1) e Nintendo Switch (Splatoon 2)
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 10 anos (E for Everyone 10+)

Splatoon 1 or 2

Via NicheGamer.com

A partir de 12 anos

7. Jogos FIFA / EA

Independente do que você pode achar de positivo ou negativo em relação à Eletronic Arts, uma coisa é certa: ninguém faz jogos de esportes melhor do que eles. Em particular, os jogos FIFA, NHL e Madden são best-sellers anuais e obrigatórios para qualquer jogador que também adore esse esporte em particular.

Os jogos da FIFA apresentam times de clubes de todo o mundo, assim como a maioria das seleções nacionais relevantes. Você pode jogar com (ou contra) seus filhos loucos por esportes em uma batalha pela supremacia na sala de estar. Os jogos online também contam com vários contra vários jogadores, e outras modalidades de futebol como street.

Plataforma: PC, Nintendo Switch, PS3, PS4, Xbox 360, Xbox One (embora os jogos da última geração sejam agora severamente limitados).
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 13 anos (T for Teen)

FIFA/EA Games

Via USGamer.net

6. Overwatch

Aqui está um fato simples para jogadores desta idade (e ainda mais jovens): eles vão querer jogar o mais novo e violento jogo de tiro em primeira pessoa disponível. O último Call of Duty ou Battlefield ou Doom ou qualquer outra coisa. Pode ser tentador ceder, mas esses jogos são classificados como 18 anos ou mais (M for Mature) por uma razão, e eles são realmente feitos para jogadores adultos (17+), não adolescentes. É aí que entra Overwatch, um FPS competitivo baseado em equipes que se concentra mais em armamentos mágicos e de ficção científica do que em violência sangrenta.

O jogo apresenta mais de 20 “heróis” diferentes, cada um com suas próprias características e estilos de jogo. Se você tem uma mira ruim, por exemplo, talvez assuma o papel de um curador e apoie sua equipe por trás da linha de frente. Há um foco maior em jogar o objetivo (defender pontos no mapa ou escoltar uma carga útil), então não há muito benefício em correr ao redor do mapa e atirar cegamente nos jogadores inimigos. Somente uma forte ênfase no trabalho em equipe levará sua equipe à vitória.

Plataforma: PC, Xbox One, PS4
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 10 anos (E for Everyone 10+)

Overwatch

Via Destructoid

5. Portal 2

O primeiro jogo de Portal foi uma sensação surpresa quando foi lançado para PC e incluído no disco de compilação da Valve, The Orange Box, em 2007. O peculiar jogo de quebra-cabeça baseado na física tornou-se um grande fenômeno, o que significava uma sequência mais longa e mais polida seguida em 2011. Embora a campanha para um jogador do Portal 2 também seja excelente, a seção multiplayer é uma das melhores partes de resolução de quebra-cabeças em qualquer game – de todos os tempos.

Dois jogadores assumem os papéis de Atlas e P-Body, um par de robôs de teste encarregados de completar câmaras de teste cada vez mais difíceis. As primeiras são fáceis, mas logo os jogadores serão forçados a trabalhar juntos para resolver câmaras mais complicadas, exigindo muita comunicação e trabalho em equipe. Embora os portais estejam sempre incluídos, novos elementos como gel de propulsão e pontes de luz são introduzidos para apimentar as coisas conforme você avança. É muito divertido brincar com uma criança mais velha, mas esteja avisado – pode ser frustrante se você ficar preso em uma solução. Embora o sentimento de orgulho por descobrir (sem consultar o YouTube) para obter ajuda valha totalmente a pena.

Observação lateral: ainda estamos orando por uma remasterização deste jogo para PS4, PS5, Xbox One e Series X/S

Plataforma: PC, PS3, Xbox 360.
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 10 anos (E for Everyone 10+)

Portal 2

Via Amazon

4. Super Mario Maker

O encanador de bigode residente da Nintendo faz uma aparição final em nossa lista com Super Mario Maker. Embora o conceito deste jogo seja semelhante ao da maioria dos outros jogos Mario (é um jogo de plataforma básico), nós o incluímos por um motivo extra. O jogo apresenta um recurso de design de nível verdadeiramente profundo, permitindo que seus filhos criem seus próprios níveis de Mario. Se eles provarem que os níveis são realmente superáveis, eles podem enviá-los para outros jogadores experimentarem. Da mesma forma, existem milhares de níveis criados por jogadores disponíveis para baixar e experimentar.

Existem níveis de todas as dificuldades disponíveis, então não pense que você está preso aos níveis ultra-difíceis que são basicamente uma tortura nos videogames. A melhor parte deste jogo é ver a criatividade do seu filho ganhar vida, enquanto ele projeta, decora e melhora seus níveis. Para pais nostálgicos, os níveis também podem ser projetados no antigo estilo de jogos Mario NES e SNES. Tecnicamente, não há multijogador neste, mas o level design (desenho do nível) pode certamente ser um esforço colaborativo.

Plataforma: Wii U, Nintendo 3DS
Classificação Etária ESRB: Para todas as idades (E for Everyone)

Super Mario Maker

Via Time.com

3. Roblox

Roblox é frequentemente descrito como Minecraft para um público mais velho. É um jogo online multiplayer massivo (MMO em inglês, para usar o vocabulário gamer) onde os jogadores podem entrar em diferentes minijogos, todos projetados por outros jogadores usando peças semelhantes a Lego. Alguns estilos populares são os tipos de jogos “Policiais e Ladrões” ou “Encontre o Assassino”.

Roblox também é um pouco de rede social em si, com criadores de nível anunciando suas criações e até mesmo conquistando fãs ao longo do caminho. Se seu filho estiver interessado, existe a opção de projetar seus próprios níveis – talvez um sinal precoce de uma carreira em design ou desenvolvimento de jogos eletrônicos? Há muita variedade e opções no Roblox, então as possibilidades são quase infinitas. Esteja avisado, o jogo é gratuito, mas tem muitas opções para compras de microtransações (cuja moeda é o Robux). Pais, certifique-se de que esses recursos de compra automática estejam desligados. Felizmente, o game pode ser jogado muito bem sem gastar muito dinheiro (ou nenhum).

Plataforma: PC, Xbox One, Mobile, PS4 (em breve)
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 10 anos (E for Everyone 10+) – mas fique atento, já que o game é jogado principalmente online e essas interações podem variar.

Roblox

Via Roblox.com

2. Trials Fusion

Aqui está um jogo de corrida de moto que é fácil de aprender, mas difícil de dominar. O Trials Fusion tem um conceito simples – dirija sua bicicleta da esquerda para a direita usando apenas os seguintes mecanismos – aceleração, freio, inclinação para frente, inclinação para trás. Mas as pistas estão cheias de obstáculos e saltos para você enfrentar, o que significa que um grande acidente está a apenas um pequeno erro de distância. Embora os níveis sejam projetados em 3D, o jogo é, na verdade, jogado em um plano 2D como jogos de plataforma clássicos.

Este é um ótimo jogo para brincar com seus filhos enquanto você compete pelos melhores tempos em qualquer nível. Existem várias motocicletas e novos níveis para desbloquear conforme você avança. O modo multiplayer permite que até oito jogadores (quatro no Xbox 360) corram simultaneamente em um conjunto diferente de pistas. Você também pode competir contra outros jogadores online. Um aviso: o nível de dificuldade aumenta consideravelmente à medida que você chega aos últimos níveis, então tente não ficar frustrado. Sugira a seus filhos que, em vez disso, tentem melhorar os tempos nos níveis anteriores, se estiverem travados.

Plataforma: PC, PS4, Xbox One, Xbox 360
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 10 anos (E for Everyone 10+)

Trials Fusion

Via Amazon

1. Fortnite

Descrito como um cruzamento entre Minecraft (veja acima) e Left 4 Dead (um game de tiro cooperativo em zumbis), Fortnite é um jogo que requer até quatro jogadores trabalhando juntos para sobreviver em mapas gerados aleatoriamente após uma tempestade mundial acabar a maioria da população humana e deixa criaturas semelhantes a zumbis para atacar todos os que sobraram.

Os jogadores devem coletar recursos, fortalecer seu abrigo e criar estratégias defensivas para sobreviver ao clima e aos monstros. Eles também podem usar peças coletadas para criar armas e armadilhas para lutar contra a horda. Quanto mais objetivos forem concluídos, melhores atualizações o jogador pode obter para seu personagem e seus objetos de defesa.

Após seu lançamento inicial, Fortnite adicionou um modo Battle Royale, com até 100 jogadores competindo para ser o último jogador (ou equipe de quatro) em pé. Todos os jogadores começam sem recursos e devem lutar para criar armas, armaduras e abrigos. Gradualmente, a tempestade se aproxima de todos os lados, forçando os jogadores a se encontrarem. Este modo de jogo se tornou um fenômeno em 2018.

Plataforma: PC, PS4, Xbox One
Classificação Etária ESRB: Para idades acima dos 13 anos (T for Teen)

Fortnite

Via Childhood.com

 

Fonte: Childhood.com (adaptado)

 

Continuar Lendo
Clique para Comentar

Deixe uma Resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Anime

Entenda os poderes de Meliodas do anime The Seven Deadly Sins

Publicado há

em

Funimation

Como líder do grupo de cavaleiros que dão nome ao título, poucos personagens são tão poderosos quanto Meliodas do anime “Os Sete Pecados Capitais” (The Seven Deadly Sins). Ele pode parecer um aluno do ensino médio graças à sua estatura baixa e corpo magro, mas o baixinho é realmente uma potência. Como o filho mais velho do Rei Demônio (via Seven Deadly Sins Wiki), Meliodas dá um soco suficiente para destruir reinos inteiros se assim o desejar. Adicione a isso suas várias armas, habilidades mágicas e modos de ataque e Meliodas torna-se um adversário extremamente difícil.

Ainda assim, há muita coisa para explicar. Ao longo dos séculos, Meliodas adquiriu uma quantidade considerável de armas e habilidades para ajudá-lo a derrotar seus inimigos. Isso lhe deu uma boa reputação. Se as pessoas não o respeitam e não o reverenciam, provavelmente o temem. Mas o que há nos poderes de Meliodas que o torna tão formidável em “Os Sete Pecados Capitais”?

Esgrima e força são o básico de Meliodas

Funimation

Sabemos que Meliodas não é qualquer um quando se trata de quanto poder mágico ele acumula naquela forma minúscula, mas a verdadeira estrela de seu show vem em força física, algo que pode ser atribuído à sua herança demoníaca. Sozinho, o garoto é poderoso o suficiente para dividir uma montanha inteira em duas com o único golpe de um simples bastão. Na verdade, ele normalmente usa uma espada quebrada porque o impede de usar todo o seu poder. Mesmo assim, balançar o cabo de sua lâmina quebrada pode criar ondas de choque poderosas.

Outra coisa que Meliodas faz apenas para testar sua força é participar de competições de queda de braço com seu companheiro Pecado Mortal, Bam. Quando os dois realmente levam a sério, a força exibida por sua luta é suficiente para derrubar os prédios ao seu redor. Em um caso, a construção destruída foi a Masmorra Baste. Com sua energia e velocidade supremas – a última das quais o torna rápido o suficiente para criar imagens residuais – Meliodas é uma força a ser considerada de tal forma que ele geralmente depende dela ao invés da magia.

 

Ele também tem alguns truques de mágica na manga para melhorar seu estilo de luta

Funimation

Embora Meliodas seja mais do que fisicamente impressionante o suficiente para ser potente com a maioria dos adversários, força e velocidade por si só não são suficientes no mundo d”Os Sete Pecados Capitais”. Não, para realmente competir você precisa de algum tipo de magia, ou pelo menos um contra-ataque a golpes mágicos. No caso de Meliodas, ele tem um contra-movimento característico que torna a maioria dos ataques mágicos questionáveis, na melhor das hipóteses. É chamado Full Counter (Contra-Ataque Total) e, como o próprio nome indica, é o movimento perfeito para repelir qualquer ataque mágico lançado contra ele. Simplificando, a habilidade permite que Meliodas reflita qualquer ataque baseado em magia contra ele com força igual ou maior. Meliodas também pode aumentar o poder de seus contra-ataques usando eles em combinação com a espada Lostvayne, que divide Meliodas em várias cópias, permitindo que ele faça o contra-ataque de um único ataque várias vezes.

Outro poder comum que Meliodas usa é seu Hellblaze (Chama do Inferno). Esta chama negra e espessa é outra habilidade concedida por seus poderes demoníacos e pode ser usada para uma variedade de propósitos. Quando se trata de esgrima, no entanto, Meliodas pode usá-lo para aumentar muito as habilidades destrutivas de seus ataques. Uma dessas técnicas para realizar essa tarefa é o Kami Chigiri, que envolve sua lâmina com Hellblaze para um ataque mais impactante.

Tudo isso é imensamente fortalecido em Meliodas quando usa os Modos Demon Mark (Marca Demoníaca)

Funimation

Apesar de ser filho do Rei Demônio, Meliodas é um demônio relativamente bem comportado. Ele aceita o lado mais empático e emocional de seu ser, o que faz ele ser visto como uma desgraça no mundo dos demônios. No entanto, Meliodas nem sempre foi assim. Na época em que servia ao Clã Demônio como o líder dos cavaleiros dos Dez Mandamentos, ele podia ser incrivelmente cruel e descuidado. Mesmo depois de deixar os demônios para trás, no entanto, ele pode reverter a este estado sem emoção quando transformado em um de seus mais poderosos Modos Demon Mark.

Em geral, o modo Demon Mark normal de Meliodas é apenas um simples aumento de energia. A Marca Demoníaca sombria em seu corpo cresce e todos os seus poderes aumentam enormemente. Quanto mais Meliodas permite que sua Marca Demoníaca cresça, no entanto, mais poderoso ele se torna à custa de sua humanidade. O mais poderoso desses modos, o Assault Mode (Modo de Ataque), facilmente torna Meliodas uma das pessoas mais poderosas do mundo. No entanto, também faz com que ele volte essencialmente à sua personalidade demoníaca.

Os Modos Demoníacos de Meliodas também lhe dão acesso a uma nova habilidade. Conforme a Marca Demoníaca cresce, Meliodas ganha a habilidade de manipular sombras. Ele pode transformá-las em armas, membros extras, asas e praticamente qualquer outra coisa que ele imaginar. Elas são uma grande ajuda no campo de batalha e são uma das razões (junto com tudo o mais que mencionamos) que tornam ele tão temido.

Fonte: Looper (adaptado)

Continuar Lendo

Destaque Capa

Roteiristas de Homem-Aranha: Sem Volta para Casa confirmam que planejaram mais personagens

Publicado há

em

Divulgação

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa (Spider-Man: No Way Home) é tão cheio de personagens quanto a maioria dos filmes de super-heróis atuais. Embora não alcance a quantidade de personagens de Vingadores: Ultimato, o filme mergulha no multiverso para agarrar todos os personagens que puder. O resultado final inclui as aparições de Tobey Maguire e Andrew Garfield – os dois últimos atores a interpretar Peter Parker em live-action antes do Universo Cinematográfico Marvel – e uma série de vilões.

Acredite ou não, havia ainda mais personagens nos primeiros rascunhos do filme. Em um novo bate-papo com a Variety, os escritores de Sem Volta para Casa, Erik Sommers e Chris McKenna, admitiram que escreveram seu primeiro rascunho com tantos personagens quanto possível.

“Vamos escrever o roteiro que é a pia da cozinha (mistura de elementos) e agiremos como se fôssemos conseguir tudo o que desejamos”, disse McKenna. “E foi como o desejo de Peter, que se tornou um pesadelo, e foram necessárias pessoas muito, muito talentosas para nos ajudar a não morrer no final”.

Isso aparentemente incluiu as aparições de Mary Jane Watson (Kirsten Dunst), Gwen Stacy (Emma Stone) e Tia May de Sally Field, embora essas três nunca tenham aparecido ou feito cenas para o filme.

“Nós percorremos caminhos diferentes com personagens diferentes que simplesmente não cabiam”, acrescentou McKenna. “Não podemos entrar em detalhes sobre isso porque pode ser o tipo de coisa em que eles encontrarão uma maneira de explorar essas ideias. Então, eu odiaria estragar qualquer coisa, porque acho que nos divertimos muito”.

Sommers passou a admitir que o primeiro rascunho escrito pela dupla era certamente mais do que o estúdio e a história exigiam.

“No primeiro rascunho, mordemos mais do que podíamos mastigar”, ele confirmou. “Talvez alguns argumentem que ainda estamos mordendo mais do que podemos mastigar”

Homem-Aranha: Sem Volta para Casa já está nos cinemas.

 

Fonte: Comicbook (adaptado)

Continuar Lendo

DC Comics

As melhores histórias da DC Comics de todos os tempos – leitores da Newsrama

Publicado há

em

Leitores do site Newsrama votaram nas melhores histórias da DC Comics de todos os tempos, e abaixo vamos conhecer os resultados.

Uma crise está se formando nas páginas dos quadrinhos da DC este ano – ou melhor, uma Crise (com ‘C “maiúsculo). Esse é o nome para os eventos de crossover dos quadrinhos de alto nível da DC que têm uma tendência para ações desenfreada de super-heróis que torna os quadrinhos incríveis.

Enquanto esperamos pela próxima Crise, agora temos tempo para olhar para trás, e conferir as melhores histórias em quadrinhos da DC até hoje – que apresentam várias Crises. Mas qual é a melhor história de quadrinhos da DC de todos os tempos? É uma questão que sempre desperta o debate entre os fãs.

Por exemplo, como você pode escolher entre O Reino do Amanhã (Kingdom Come) ou O Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight Returns)? E quanto à Crise nas Infinitas Terras? Bem, o objetivo aqui é responder a essas perguntas difíceis.

Tanto faz se você quer acompanhar algumas histórias clássicas na preparação para filmes da DCU, como O Batman (The Batman), ou apenas revisitar alguns clássicos, sem mais enrolações, aqui estão as melhores histórias em quadrinhos do Universo DC de todos os tempos.

 

10. O que aconteceu ao Homem de Aço? (Whatever Happened To The Man Of Tomorrow?)

Credito da Imagem: DC Comics

Como você elogia a história de um personagem em duas edições curtas? Essa é a pergunta que Julius Schwartz procurou responder, e ele contratou Alan Moore para fazer isso – e então Moore concretizou a ideia com “O que aconteceu ao Homem de Aço?”.

Com os eventos de Crise nas Infinitas Terras efetivamente encerrando a Era de Prata, Schwartz imaginou que suas duas últimas edições produzindo a linha do Superman seriam as últimas na história da humanidade. Em duas edições curtas, Alan Moore criou um roteiro através da história do Superman que incluía seus vilões mais temíveis e seus amigos mais próximos.

E, finalmente, ele dá ao homem que tem tudo a única coisa que faltava: um final perfeito. Parte da razão pela qual este é um tributo tão perfeito ao Homem de Aço é que o lendário artista Curt Swan executou a arte. Ele desenhava o Super-homem desde 1948 e desde as letras de abertura “Esta é uma história imaginária” até o final, quando ‘Jordan Elliott’ pisca para os leitores, esta parece uma história do Superman com início, meio e fim.

A história homenageia o legado de um dos maiores heróis do mundo ao mesmo tempo em que zomba das mudanças de continuidade que estavam para ocorrer.

 

9. Flash – O Retorno de Barry Allen (The Return Of Barry Allen)

Créditos da Imagem: DC Comics

No período de Crise nas Infinitas Terras, Wally West se tornou o novo Flash, passando de ajudante a super-herói com a morte de seu mentor Barry Allen. A transição de Wally não ocorreu sem dores de crescimento, no entanto. Ele não conseguiu conquistar os leitores até que Mark Waid começou sua corrida marcante no Flash, dando a Wally a profundidade que muitas vezes faltava em seu antecessor.

Embora seja difícil argumentar que alguma vez houve uma calmaria na execução original do Flash de Waid, ‘O Retorno de Barry Allen’ é provavelmente o seu ápice. Nesta história, Wally é confrontado com o retorno do falecido Barry Allen – uma história que, sob a caneta de outro escritor, pode ter sido um sincero drama exagerado, mas para Waid, foi uma prova da ascensão de Wally ao verdadeiro heroísmo, e o momento que solidificou ele como o verdadeiro Flash.

Ao longo de seis edições, Wally e Barry lutam para compartilhar o manto do Flash até que a verdade sobre o retorno seja revelada. Escrito em um estilo de conversa que lembra Wally contando a história a um amigo, é tanto uma conversa entre Waid e os leitores sobre legado e heroísmo quanto entre os personagens nos quadrinhos.

‘O Retorno de Barry Allen’ é uma espécie de pioneiro anônimo dos quadrinhos modernos, combinando uma perspectiva do homem comum com uma narração moderna e uma compreensão dos ideais clássicos que o tornam um dos melhores exemplos de narrativa de super-heróis do final do século 20, e um das melhores histórias da DC de todos os tempos.

 

8. Jovens Titãs – O Contrato de Judas (The Judas Contract)

Créditos da Imagem: DC Comics

Quando ‘Jovens Titãs – O Contrato de Judas’ começou em New Teen Titans n. 42, a surpresa não foi a aparente mudança da personagem Terra. Marv Wolfman e George Perez passaram quase um ano apresentando Terra aos Titãs e fazendo-a parte do grupo e então contaram aos leitores seu terrível segredo meses antes que os Titãs descobrissem sua verdadeira natureza.

O choque dessa edição foi o quão total e completamente ela e Exterminador (Deathstroke) possuíam os Titãs porque ela conhecia todos os seus segredos naquele ponto. No auge de suas energias criativas, as histórias de Wolfman e Perez eram sobre os indivíduos únicos que compunham os Titãs. Todos os personagens são tão fortes que a introdução de uma peça chave como Terra para a equipe foi uma ótima maneira de agitar as coisas.

‘O Contrato de Judas’ também se concentra na história de Dick Grayson contra Exterminador enquanto os dois guerreiros manobram seus aliados para combater as forças do outro, culminando na transição de Robin para sua nova persona super-heróica, o Asa Noturna (Nightwing).

Assim como Grayson sai da sombra de seu mentor, esta história prova que os Titãs são muito mais do que apenas um time universitário júnior da Liga da Justiça.

 

7. Lanterna Verde – A Guerra dos Anéis (The Sinestro Corps War)

Créditos da Imagem: DC Comics

Por anos, a Tropa dos Lanternas Verdes permaneceu como o melhor e mais brilhante do universo, defendendo a galáxia por meio do uso da arma mais poderosa do cosmos – seus anéis de poder esmeralda.

Mas com o épico de ópera espacial repleto de ação Lanterna Verde – A Guerra dos Anéis (The Sinestro Corps War), Geoff Johns e Dave Gibbons, junto com artistas de primeira linha como o brasileiro Ivan Reis e Patrick Gleason, mostraram a Hal Jordan e companhia que eles não eram os únicos com anéis poderosos na área.

Apresentando a estreia da Tropa Sinestro movida pelo medo, ‘Lanterna Verde – A Guerra dos Anéis’ foi um momento crucial para os Lanternas Verdes como uma organização e uma franquia, com uma fileira de supervilões icônicos da DC lançados contra a equipe, incluindo Parallax, Superman Ciborgue, Superboy Primordial (Superboy-Prime) e o próprio Antimonitor.

No entanto, este livro também teve momentos-chave dos Lanternas Verdes se erguendo para este desafio sem precedentes, com momentos como John Stewart trocando fogo de franco-atirador interestelar com a criatura parecida com um caranguejo eremita conhecida como Bedovian, os Guardiões revogando seu decreto de eras contra a morte, ou a promoção do Lanterna Verde Daxamita Sodam Yat como o novo e todo-poderoso Ion enquanto ele enfrenta o imparável Kryptoniano Superboy-Primário.

Culminando com algumas grandes batalhas e resgates pessoais, ‘Lanterna Verde – A Guerra dos Anéis’ também levou a uma maior expansão do universo Lanterna Verde como um todo, sugerindo o surgimento de mais cinco tropas baseadas nas cores do espectro emocional. Essa explosão de criatividade e ação não apenas solidificou essa como uma das maiores histórias dos Lanternas Verdes, mas uma das maiores história da DC de todos os tempos.

 

6. O Retorno do Cavaleiro das Trevas (The Dark Knight Returns)

Créditos da Imagem: DC Comics

Mais de 30 anos após o lançamento original em quatro partes, O Retorno do Cavaleiro das Trevas de Frank Miller, Klaus Janson e Lynn Varley é inegavelmente uma das histórias de Batman mais poderosas já contadas. Um conto violento encenado por trás de um pano de fundo de paranóia da Guerra Fria e pesadelos de uma revolta de adolescente, The Dark Knight Returns acompanha Batman quando ele sai da aposentadoria para travar uma guerra contra uma cidade de Gotham que não tolerará mais que um homem pratique a lei com suas próprias mãos.

O Bruce Wayne de Miller é um cowboy de cabelos prateados mergulhado em uma distopia dos anos 80, um robusto saco de ossos doloridos que se encontra fisicamente derrotado por uma nova geração de gangues ferozes e o retorno de seu arquiinimigo, o Coringa. Finalmente, com o início da guerra nuclear entre os EUA e a União Soviética, cabe ao Superman derrubar um Batman determinado a limpar as ruas de Gotham.

Embora escrito e ilustrado quando Miller tinha apenas 29 anos, O Retorno do Cavaleiro das Trevas parece o trabalho de um homem muito mais velho. É um olhar satírico sobre o panorama da mídia em evolução dos anos 80, quando a TV se tornou mais voltada para os jovens e até mesmo as notícias começaram a se voltar para o entretenimento, como exemplificado por muitos comentaristas de televisão que narram os eventos do livro de maneiras que beneficiam suas próprias agendas distorcidas.

Embora o tempo e os incontáveis ​​problemas de um Batman mais duro tenham suavizado o impacto original da visão pessimista de Frank Miller sobre o Maior Detetive do Mundo, seu lugar na história dos quadrinhos não pode ser subestimado. Só por essa razão, ‘O Retorno do Cavaleiro das Trevas’ merece um lugar na biblioteca de todos os leitores.

 

5. DC: A Nova Fronteira (The New Frontier)

Créditos da Imagem: DC Comics

Em uma era moderna de cinismo nos quadrinhos, o falecido Darwyn Cooke foi capaz de mostrar o potencial otimista latente do Universo DC na agora clássica Nova Fronteira. A história é tudo o que Watchmen e O Retorno do Cavaleiro das Trevas não são, com os personagens famosos da DC exibindo seus melhores traços e inspirando o mundo e os leitores a lutar por um amanhã melhor no início da era nuclear. Cooke captura uma América recém-saída da Segunda Guerra Mundial e antes de uma mudança cultural, onde a única maneira de os quadrinhos serem respeitados era se eles fossem primeiro arrastados para a sarjeta.

A Nova Fronteira é ousada em seu amor pelo super-herói como um ícone pelo qual a humanidade poderia se esforçar. Personagens muitas vezes mal apresentados como Caçador de Marte, Mulher Maravilha e Adam Strange recebem suas melhores interpretações aqui. Cooke simultaneamente chega ao âmago desses personagens e, por meio disso, os reinventa ao mesmo tempo.

A arte de Cooke é um casamento perfeito de influências da história da DC – de Jack Kirby ao desenho animado Fleischer Superman e Batman: The Animated Series. Até mesmo o estilo de arte do criador traz o melhor da Era de Prata da DC, com cada herói sorrindo para o nascer do sol em um estilo art déco do pós-guerra. A obra de arte de Darwyn Cooke, A Nova Fronteira, é um retrato do melhor lado da DC e incorpora toda a coragem e esperança que esses personagens representam em uma carta de amor perfeita endereçada à Era de Prata dos quadrinhos.

 

4. Superman – Grandes Astros (All-Star Superman)

Créditos da Imagem: DC Comics

A intenção de Grant Morrison com a série de 12 edições Superman – Grandes Astros (All-Star Superman), que levou quase três anos para terminar sua edição original, era criar uma história do Superman que fosse renovada e clássica atemporal. Ele faz isso atribuindo a tarefa simples de como Superman passaria seus últimos dias na Terra.

De uma forma que é um antídoto para sua morte exploradora anterior nos anos 90, Superman é visto completando uma série de tarefas, ou ‘provações’ no sentido mais mítico (ou talvez até bíblico). É uma narrativa que celebra tudo o que amamos sobre o Último Filho de Krypton. Morrison canaliza seu conhecimento enciclopédico do Homem de Aço em uma história singular de uma forma que nunca parece didática, permitindo participações especiais e aparições de praticamente todas as épocas dos quadrinhos do Superman sem precisar abrir o Multiverso para fazê-lo.

Desnudando o personagem à sua essência mais heróica, Frank Quitely dá uma virada definidora de carreira no livro, colocando o herói como uma versão super relaxada de um alienígena quase onipotente. Do Superman de peito largo, uma extensão lógica de como seria o ser humano definitivo, até o extremo oposto no vulnerável Lex Luthor, Quitely tem uma maneira de capturar a majestade e a humanidade desses personagens.

All-Star Superman continua a ser uma história quintessencial do Superman para novos leitores e também aqueles com grandes coleções de quadrinhos.

 

3. Legião Dos Super-Heróis. A Saga Das Trevas Eternas (The Great Darkness Saga)

Créditos da Imagem: DC Comics

3. Legião Dos Super-Heróis. A Saga Das Trevas Eternas (The Great Darkness Saga) é uma das histórias mais antigas nesta contagem regressiva, e não há muitas referências no moderno Universo DC, mas permanece firme como um exemplo do que as histórias da DC podem alcançar quando elas combina o clássico com o nouveau e encontra um terreno comum em ideias díspares.

‘A Saga Das Trevas Eternas’ conta a história de Darkseid, o senhor das trevas de Apokolips, abrindo caminho para o século 31. A história reuniu vários vilões da Legião de Super-Heróis, unindo-os com aspectos do Universo DC do século XX. Definiu a era da Legião e preparou o cenário para o que viria nos anos seguintes.

Essa saga não é apenas o destaque da jornada de Paul Levitz e Keith Giffen em Legião Dos Super-Heróis, é um dos maiores contos do moderno Universo DC, e um dos principais motivos pelos quais tantos fãs ainda clamam pela Legião mesmo quando não faz parte da linha da DC.

 

2. Crise nas Infinitas Terras (Crisis On Infinite Earths)

Créditos da Imagem: DC Comics

A continuidade da DC até os anos 80 foi rica em nostalgia, mas complicada com inconsistências, levando ao primeiro megaevento real na história da empresa: Crise nas Infinitas Terras, que abalou DC em seu núcleo, remixando sua linha do tempo e anunciando o início de uma prática de embaralhamento de continuidade repetida a cada década desde então.

Apresentando a ameaça literalmente devastadora do Antimonitor, esta crise reuniu dezenas de heróis de todo o Multiverso e foi o cenário das mortes então chocantes de Barry Allen e Supergirl. Marv Wolfman e George Perez fizeram malabarismos com um universo cheio de personagens, reunindo mais painéis e ação em uma edição do que muitas séries modernas cabem em várias temporadas. Terras viveram e morreram, resultando em um verdadeiro épico que resistiu ao teste do tempo 30 anos depois.

O legado de Crise também não pode ser esquecido, com a continuidade simplificada estabelecendo Wally West como o novo Flash e lançando séries bem recebidas como Superman O Homem de Aço (Man of Steel) de John Byrne, o arco Batman: Ano Um (Year One), de Frank Miller e David Mazzucchelli e a jornada da Mulher Maravilha (Wonder Woman) de George Perez.

 

1. O Reino do Amanhã (Kingdom Come)

Créditos da Imagem: DC Comics

O conto da velha guarda ‘O Reino do Amanhã (Kingdom Come)’, de Mark Waid e Alex Ross com heróis da DC enfrentando a obsolescência em um mundo protegido por uma geração mais jovem e mais cruel de super-heróis é tão poderoso agora como era quando foi publicado pela primeira vez em 1996.

Graças à compreensão de Waid das personalidades titânicas com as quais ele lida, sua apresentação que os faz mais humanos do que deuses elevados, e os visuais lindos pintados por Ross, O Reino do Amanhã é frequentemente o primeiro livro mencionado quando as pessoas são questionadas sobre quais são suas histórias favoritas da DC.

Enquanto O Reino do Amanhã permanece como um testamento emocional para o conhecimento quase sobre-humano de Mark Waid sobre o Universo DC e imenso talento de Alex Ross por trás de um pincel, ele também recompensa os leitores que se encontram voltando repetidamente para a série distópica Elseworlds de Waid e Ross. Seja o fato de que Ross usou a imagem de seu próprio pai, um reverendo, como inspiração para o personagem de ponto de vista Norman McCay ou o confronto final repleto de cameos (participações) de Waid que ainda revela novos heróis em meio ao calor da batalha, esta história parece nova a cada releitura, apesar de estar nas prateleiras há mais de 20 anos.

O Reino do Amanhã é um clássico em todos os sentidos da palavra e continua a ser a melhor história que a DC já produziu – e com 2021 marcando o 25º aniversário do lançamento da história, esperamos alguma atenção renovada pela DC.

 

Fonte: Gamesradar (adaptado)

Continuar Lendo

Populares